A semana foi marcada pelos protestos das atrizes e atores contra assédio sexual, no domingo à noite, na cerimônia do Globo de Ouro. Na segunda-feira (8/1), portais no mundo inteiro estampavam fotos com artistas que aderiram ao movimento  Time´s Up, entidade criada por mulheres que atuam na indústria cinematográfica para combater assédio e desigualdade de gênero no trabalho.  Os atores apoiaram, e portaram adesivos com a inscrição. Na sociedade midiática e visual, a cor fala, e o preto foi o símbolo do protesto contra abusos.

O movimento ganhou apoio e também críticas em outras partes do mundo. Na França, a atriz Catherine Deneuve e cem intelectuais e artistas assinaram manifesto que critica movimentos contrários ao abuso sexual, que classificam de puritanismo.

Para além de posições divergentes, no universo da comunicação atual, a informação circula em tempo real nas redes digitais globais, estimulando multidões a tomar posição em questões  sobre valores e comportamentos sociais. Para muitas pessoas, o simples fato de ninguém se calar já é um avanço.

Para a cineasta brasileira Lais Bodanzky, o mundo está vivendo uma mudança histórica na questão da igualdade de gênero: o fim da opressão das mulheres. A dinâmica das redes sociais estimula a que todos se manifestem e tomem partido, em todas as áreas.

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